O que a estatística mostra
- De acordo com o portal especializado Transfermarkt, comparando o valor de mercado total do plantel do Benfica com a sua posição real na prova, as “Águias” estão muito abaixo do que o seu valor indicaria.
- Mais concretamente: o Benfica aparece como a 22.ª equipa em valor de mercado nesta edição da Champions, mas ocupa o 35.º lugar no ranking de desempenho da fase de grupos até agora — um desfasamento de 13 lugares.
- Esta diferença coloca o clube lisboeta à frente no “ranking negativo” (ou seja: maior sub‑rendimento) entre as equipas da Champions.
Por que isto é preocupante
- Quando um clube com elevado valor de mercado rende muito abaixo do expectável, pode indicar vários problemas: má organização táctica, plantel desequilibrado, falhas de mentalidade ou desgaste físico.
- Para o Benfica, isto pode ter repercussões no clube a nível de prestígio, recursos financeiros (menos progressão na Champions = menos receitas) e pressão sobre o treinador e jogadores.
- O sub‑rendimento em competição europeia também afeta o ranking do clube e pode comprometer futuros convites, seedings, e até a capacidade de atrair jogadores ou patrocínios.
O que pode estar a contribuir para este desempenho
- Possível falha no aproveitamento das oportunidades: se o valor de mercado é elevado, espera‑se que a equipa tenha mais e melhores momentos em jogo.
- A fase de grupos pode estar a revelar fragilidades táticas ou psicológicas: por exemplo, inverter resultados negativos, gerir adversários mais fortes, etc.
- A concorrência este ano pode estar a subir em termos de qualidade, o que torna mais difícil para os clubes que “valem mais” manterem o nível.
- Possível falta de adaptação ou profundidade de plantel (lesões, fadiga, rotatividade) que impede a equipa de corresponder ao nível esperado.