• Elliott mudou-se para o Aston Villa em 1 de Setembro de 2025 numa cedência por uma época, com uma cláusula de obrigação de compra no valor de cerca de £35 milhões (aproximadamente €40 milhões) ao Liverpool.
  • O contrato inclui também cláusulas para o Liverpool: direito de recompra (“buy-back clause”) e participação em eventual futura transferência (“sell-on clause”).
  • No entanto, o negócio prevê que a obrigação de compra se torne efectiva apenas se Elliott cumprir um determinado número de jogos/aparições pelo Aston Villa durante a temporada.

O que abre a porta para travar a obrigação

  • Reportagens recentes indicam que o treinador do Villa, Unai Emery, “não está convencido” do desempenho de Elliott até agora — ele não tem sido titular habitual, tem poucas entradas e não parece encaixar (ainda) perfeitamente no esquema da equipa.
  • Se Elliott não atingir o número de jogos ou minutos estipulado no contrato, a obrigação de compra pode não ser ativada, ou pelo menos pode haver espaço para o clube negociar. Por exemplo: “o clube poderá acionar a obrigação apenas se ele fizer X aparições”.
  • A insatisfação ou falta de desempenho relevante pode levar o clube a gerir cuidadosamente as suas entradas em campo para evitar “triggerar” a cláusula antes de estar seguro da compra.

Implicações

  • Para o Aston Villa: se effectively conseguir que Elliott faça menos do que o número de jogos/condições para ativar a obrigação, pode evitar ou adiar o pagamento dos £35 milhões, o que dá margem de manobra financeira ou até poderá repensar o acordo.
  • Para Elliott: esta situação coloca pressão sobre ele para melhorar, ganhar mais minutos, convencer o treinador, senão arrisca ver o acordo não se concretizar ou mudar de cenário.
  • Para o Liverpool: embora tenham a obrigação de venda, o facto de haver cláusulas condicionais deu-lhes salvaguardas; se a obrigação não for ativada, o jogador poderá regressar ou haver renegociação.
  • Para o mercado: este caso ilustra como os contratos “loan com obrigação de compra” já envolvem condições, salvaguardas e não são sempre “compra certa”.

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